Eletricitários decidem manter a greve
Mobilização dos eletricitários toma novos rumos após reunião no Tribunal Regional do Trabalho, em Belo Horizonte. Um dos diretores do Sindic...
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Mobilização dos eletricitários toma novos rumos após reunião no Tribunal Regional do Trabalho, em Belo Horizonte. Um dos diretores do Sindicato dos Eletricitários (Sindieletro) em Uberaba, Samuel Chaves, afirmou que a intenção da categoria era ter encerrado a greve ontem. Mas, após deliberação em assembleia, os trabalhadores decidiram, com 71 votos contra três, continuar o movimento.
Samuel ponderou que a situação dos grevistas junto à Cemig está sendo ainda mais dificultada. Ele detalhou que a postura da empresa afeta a classe, que pleiteia ajuste real de aumento salarial de 6,9%, enquanto a empresa aplica 1,2%. A Justiça tenta acordo de 2%, mas a empresa inviabilizaria a negociação, colocando em acordo cláusulas que não foram discutidas anteriormente.
Conforme explica o diretor, a cláusula de número 58 do acordo de trabalho diz respeito à demissão imotivada, e a Companhia estaria solicitando a exclusão da cláusula. “Nós queremos que a cláusula seja permanente, e Uberlândia segue a mesma linha, aguardando nesta quinta-feira (25) posição da juíza para fazer apreciação da proposta”, pontuou.
Amanhã o conselho administrativo do sindicato deve encaminhar uma ação de reprovação ou aceitações das condições impostas pela desembargadora e, em seguida, deve cessar a greve. “A desembargadora já sinalizou que a documentação seguirá para julgamento, então nós não podemos esperar por um resultado que possa demorar mais de um ano, então a greve para”, concluiu.
Samuel ponderou que a situação dos grevistas junto à Cemig está sendo ainda mais dificultada. Ele detalhou que a postura da empresa afeta a classe, que pleiteia ajuste real de aumento salarial de 6,9%, enquanto a empresa aplica 1,2%. A Justiça tenta acordo de 2%, mas a empresa inviabilizaria a negociação, colocando em acordo cláusulas que não foram discutidas anteriormente.
Conforme explica o diretor, a cláusula de número 58 do acordo de trabalho diz respeito à demissão imotivada, e a Companhia estaria solicitando a exclusão da cláusula. “Nós queremos que a cláusula seja permanente, e Uberlândia segue a mesma linha, aguardando nesta quinta-feira (25) posição da juíza para fazer apreciação da proposta”, pontuou.
Amanhã o conselho administrativo do sindicato deve encaminhar uma ação de reprovação ou aceitações das condições impostas pela desembargadora e, em seguida, deve cessar a greve. “A desembargadora já sinalizou que a documentação seguirá para julgamento, então nós não podemos esperar por um resultado que possa demorar mais de um ano, então a greve para”, concluiu.